segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Black Eyed Peas se prepara para voltar ao Brasil com show futurista




Em 2006, a banda cantou no Réveillon do Rio de Janeiro, com um show em Ipanema.

O Brasil marcou para sempre a vida desses quatro. Fergie se apaixonou pelo litoral de Santa Catarina.

"Minha irmã e eu fomos para Floripa, tudo lindo, os frutos do mar, eu achei interessante até os cemitérios”, ela diz.

Taboo descobriu a receita: limão, açúcar e aguardente

Appl conheceu a beleza das garotas de Ipanema. Will I Am foi conquistado, inicialmente, pela boca.

"Eu tomava açaí com granola de manhã e, depois, feijoada com guaraná", conta.

E não se esquece daquele réveillon em que a banda Black Eyed Peas virou o ano em um show em Ipanema.

Mas isso foi em 2006. É passado, passado remoto. Estamos em 3008. Will I Am mostra a novidade para Apl, Taboo e Fergie. Ele abre uma pasta prateada e explica: isso é o futuro.

Diz que a máquina é capaz de reproduzir qualquer som, qualquer palavra em inglês.

"Somos artistas, é melhor gravar no estúdio. Não somos robôs", reclama Fergie.

O jeito, Fergie, é se adaptar. O futuro está no show da banda Black Eyed Peas.

Fergie, Will I Am, Taboo e Apl vão percorrer nove cidades brasileiras, a partir de 15 de outubro.

"Pela primeira vez, vamos tocar em ginásios, a gente sempre toca em estádios", diz Will I Am.

Eles contam com os fãs. É uma benção ter o reconhecimento dos brasileiros. Eles têm um gosto tão particular, são seletivos, diz Fergie.

A banda vai se preparar para o show. Fergie mostra o visual robótico. Muito brilho. Até as pontinhas dos cílios levam cristais.

Minutos antes de entrar no palco, nos bastidores, os integrantes da banda, músicos, dançarinos, se reúnem para juntar energias.





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